GOVERNANÇA

A governança da Aliança é composta por 4 (quatro) instâncias

Assembleia de Membros

Todos os membros da Aliança têm direito a participar da Assembleia de Membros e a pleitear participação nas demais estruturas de governança. Os Membros são organizados de acordo com o segmento ao qual fazem parte, havendo quatro possibilidades:

Instituições Governamentais

Ministérios, secretarias, autarquias públicas e outros órgãos da administração pública direta, das três esferas de governo (federal, estadual e municipal).

Empresas

Todas as pessoas jurídicas com atividades e finalidades produtivas comerciais, com propósito de geração de lucros e dividendos para sócios e/ou acionistas.

Sociedade Civil Organizada

Todas as instituições legalmente estabelecidas ou com comprovada legitimidade, que atuem na defesa de direitos coletivos e/ou difusos e que não tenham fins lucrativos, com atuação internacional, nacional, regional ou local.

Academia

Todas as instituições de caráter técnico-científico, públicas ou privadas, com finalidade primária de educação, pesquisa e/ou extensão. Universidades, faculdades, institutos, autarquias, laboratórios e centros de pesquisa podem aderir individualmente, independentemente da sua autonomia jurídica e/ou orçamentária.


Conselho de Coordenação Estratégica (CCE)

O Conselho de Coordenação Estratégica  é composto por até 3 (três) representantes de cada um dos quatro segmentos que compõem a Aliança, tendo um total de 12 (doze) membros. Os integrantes do CCE tem mandato de 2 (dois) anos, sem limite para número de mandatos sucessivos ou alternados.

O CCE escolhe, entre seus integrantes, um(a) coordenador(a) e um(a) vice-coordenador(a), que tem mandato igual ao do Conselho, podendo ser reconduzidos. Tanto coordenador(a) quanto vice-coordenador(a) devem ser titulares do Conselho e, preferencialmente, devem ser representantes de segmentos distintos. Havendo mais de um ‘candidato(a)’ para estas posições, a decisão se dará por votação entre os integrantes do Conselho. Havendo empate, a decisão fica a cargo da Assembleia de Membros.

A função do Conselho de Coordenação é a de estabelecer normas, regras, princípios e políticas para a gestão e operacionalização da Aliança.

Os membros do Conselho de Coordenação Estratégica (2019 – 2021) da Aliança são:

  • Instituto Homem e o Meio Ambiente da Amazônia – IMAZON (coordenação, sociedade civil organizada) – Andreia Cristina Brito Pinto e Luiz Augusto Oliveira Júnior
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA (vice-coordenação, academia) – Milton Kanashiro e Joice Ferreira
  • Associação Indígena Comunitária Mainumy (sociedade civil organizada) – Arlete Guajajara e Cintia Dhemes Nonato de Sousa Guajajara
  • Instituto Socioambiental – ISA (sociedade civil organizada) – Rodrigo Junqueira e Eduardo Malta Campos Filho
  • Matchmaking Brazil (empresas) – Bernhard J. Smid e Victor Vieira da Silva
  • Museu Paraense Emilio Goeldi (academia) – Marlucia Bonifacio Martins e Alberto Akama
  • The Nature Conservancy – TNC (sociedade civil organizada) – Rodrigo Freire e Thais Ferreira Maier
  • Instituto de Pesquisas na Amazônia – INPA (Academia) – Gil Vieira e Rita Mesquita
  • Suzano (empresas) – Ana Paula Pulito e Bruna Rayane de Araújo Pereira
  • 100% Amazônia (empresas) – Fernanda Carvalho Stefani e Joziane Alves

Secretaria Executiva (SE)

A Aliança conta com uma Secretaria Executiva, com estrutura e composição que definidas  pelo CCE, de acordo com a demanda de atividades e limitada pela disponibilidade de recursos.

A SE fica ‘hospedada’ em uma instituição-membro, sendo esta responsável pela administração dos recursos eventualmente captados externamente ou aportados pelos Membros para seu funcionamento. Atualmente a Conservação Internacional é a Secretaria Executiva da Aliança e Danielle Celentano, gerente sênior de restauração de paisagens é a Secretária Executiva.


Grupos de Trabalho (GTs)

São formados Grupos de Trabalho (GTs) para cuidar de temas específicos relacionados à missão e atuação da Aliança ou para elaboração de estudos e publicações. Os GTs podem ter prazos de funcionamento previamente definidos ou não, de acordo com sua natureza e objetivo. O número de participantes em um GT poderá ser livre ou pré-estabelecido quando da sua criação.

Instituições que não sejam membros da Aliança poderão fazer parte dos GTs, desde que convidadas, de acordo com a demanda e indicação dos seus participantes. Cada GT terá um(a) coordenador(a), escolhido(a) pelos seus integrantes, sendo este(a) um(a) representante de Membro da Aliança. A indicação dos(as) integrantes nos GTS é responsabilidade dos Membros que compõem a Aliança, podendo ser substituídos(as) a qualquer momento.

Atualmente a Aliança conta com três GTs: Políticas Públicas, Bioeconomia da Restauração. Pesquisa & Extensão. Também, o desenvolvimento do Protocolo de Monitoramento da Restauração na Amazônia conta com um comitê de especialistas.

 

CONSELHO DE COORDENAÇÃO ESTRATÉGICA

Academia: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA, Museu Paraense Emilio Goeldi – MPEG, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia – INPA.
Sociedade Civil Organizada: Instituto Homem e o Meio Ambiente da Amazônia – IMAZON, Instituto Socioambiental – ISA, The Nature Conservancy – TNC.
Empresas: Matchmaking Brazil, Suzano S.A., 100% Amazônia.