GOVERNANÇA

A governança da Aliança é composta por 4 (quatro) instâncias

Assembleia de Membros

Todos os membros da Aliança têm direito a participar da Assembleia de Membros e a pleitear participação nas demais estruturas de governança. Os Membros são organizados de acordo com o segmento ao qual fazem parte, havendo cinco possibilidades:

Instituições Governamentais

Ministérios, secretarias, autarquias públicas e outros órgãos da administração pública direta, das três esferas de governo (federal, estadual e municipal).

Empresas

Todas as pessoas jurídicas com atividades e finalidades produtivas comerciais, com propósito de geração de lucros e dividendos para sócios e/ou acionistas.

Sociedade Civil Organizada

Todas as instituições legalmente estabelecidas ou com comprovada legitimidade, que atuem na defesa de direitos coletivos e/ou difusos e que não tenham fins lucrativos, com atuação internacional, nacional, regional ou local.

Academia

Todas as instituições de caráter técnico-científico, públicas ou privadas, com finalidade primária de educação, pesquisa e/ou extensão. Universidades, faculdades, institutos, autarquias, laboratórios e centros de pesquisa podem aderir individualmente, independentemente da sua autonomia jurídica e/ou orçamentária.

Associações de povos indígenas, populações tradicionais e agricultores familiares (PIQCTAF)

Organizações de povos indígenas, populações tradicionais e de agricultura familiar que tenham interesse e atuação na temática da restauração.


Conselho de Coordenação Estratégica (CCE)

O Conselho de Coordenação Estratégica  é composto por até 3 (três) representantes de cada um dos quatro segmentos que compõem a Aliança, tendo um total de 12 (doze) membros. Os integrantes do CCE têm mandato de 2 (dois) anos, sem limite para número de mandatos sucessivos ou alternados.

O CCE escolhe, entre seus integrantes, um(a) coordenador(a) e um(a) vice-coordenador(a), que tem mandato igual ao do Conselho, podendo ser reconduzidos. Tanto coordenador(a) quanto vice-coordenador(a) devem ser titulares do Conselho e, preferencialmente, devem ser representantes de segmentos distintos. Havendo mais de um ‘candidato(a)’ para estas posições, a decisão se dará por votação entre os integrantes do Conselho. Havendo empate, a decisão fica a cargo da Assembleia de Membros.

A função do Conselho de Coordenação é a de estabelecer normas, regras, princípios e políticas para a gestão e operacionalização da Aliança.

Os membros do Conselho de Coordenação Estratégica (2026-2027) da Aliança são:

Instituições governamentais:

SEMAS Pará – Renata Ribeiro de Souza Nobre e Jéssica Saraiva da Costa

Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (IDEFLOR-Bio) – Cintia da Cunha Soares e Jossiele Costa Fernandes


Empresas:

Suzano – Paulo Ricardo da Silva Rodrigues e Marco Túlio Farias Filho

Jacarandá Soluções Ambientais Ltda – Carolina Marques Guilen Lima e Dan de Oliveira Lima

100% Amazônia – Fernanda Stefani e Fabio Hage


Sociedade Civil Organizada:

Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) – Andréia Cristina Brito Pinto (coordenadora do CCE) e Paulo Henrique Coelho Amaral

Instituto Socioambiental – ISA – Rodrigo Junqueira e Danielle Celentano

The Nature Conservancy do Brasil – TNC – Rodrigo Mauro Freire e Hellen Mileo


Academia:

Museu Paraense Emílio Goeldi – Alberto Akama e Rogério Rosa da Silva

Embrapa Amazônia Oriental – Milton Kanashiro e Joice Ferreira/Fabricio Ferreira (vice-coordenador do CCE)

CIFOR-ICRAF Brasil (Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal e Centro Internacional de Pesquisa Florestal) – Andrew Miccols (vice-coordenador do CCE) e Saulo Souza

Associação de Povos Indígenas, Populações Tradicionais e Agricultores Familiares (PIQCTAF):

3 vagas abertas.


Secretaria Executiva (SE)

A Aliança conta com uma Secretaria Executiva, com estrutura e composição definidas pelo CCE, de acordo com a demanda de atividades e limitada pela disponibilidade de recursos.

A SE fica ‘hospedada’ em uma instituição-membro, sendo esta responsável pela administração dos recursos eventualmente captados externamente ou aportados pelos membros para seu funcionamento. Atualmente a Ecoporé é a Secretaria Executiva da Aliança e Marcelo Ferronato é o Secretário Executivo. Para dar apoio à SE, foi contratada a empresa Realiza como SEO (secretaria executiva operacional), que tem Amanda Paiva Quaresma, Giovana Baggio, Suelyn Dress Morer e Cândida Schaedler na equipe, para dar suporte ao funcionamento da Aliança.


Grupos de Trabalho (GTs)

São formados Grupos de Trabalho (GTs) para cuidar de temas específicos relacionados à missão e atuação da Aliança ou para elaboração de estudos e publicações. Os GTs podem ter prazos de funcionamento previamente definidos ou não, de acordo com sua natureza e objetivo. O número de participantes em um GT poderá ser livre ou pré-estabelecido quando da sua criação.

Instituições que não sejam membros da Aliança poderão fazer parte dos GTs, desde que convidadas, de acordo com a demanda e indicação dos seus participantes. Cada GT terá um(a) coordenador(a), escolhido(a) pelos seus integrantes, sendo este(a) um(a) representante de Membro da Aliança. A indicação dos(as) integrantes nos GTS é responsabilidade dos Membros que compõem a Aliança, podendo ser substituídos(as) a qualquer momento.

Atualmente a Aliança conta com três GTs permanentes: Políticas Públicas, Bioeconomia da Restauração, e Pesquisa & Extensão; e um GT temporário: Silvicultura de Espécies Nativas da Amazônia.

CONSELHO DE COORDENAÇÃO ESTRATÉGICA
Instituições governamentais:
SEMAS Pará – Renata Ribeiro de Souza Nobre e Jéssica Saraiva da Costa
Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (IDEFLOR-Bio) – Cintia da Cunha Soares e Jossiele Costa Fernandes
Empresas:
Suzano – Paulo Ricardo da Silva Rodrigues e Marco Túlio Farias Filho
Jacarandá Soluções Ambientais Ltda – Carolina Marques Guilen Lima e Dan de Oliveira Lima
100% Amazônia – Fernanda Stefani e Fabio Hage
Sociedade Civil Organizada:
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) – Andréia Cristina Brito Pinto e Paulo Henrique Coelho Amaral
Instituto Socioambiental – ISA – Rodrigo Junqueira e Danielle Celentano
The Nature Conservancy do Brasil – TNC – Rodrigo Mauro Freire e Hellen Mileo
Academia:
Museu Paraense Emílio Goeldi – Alberto Akama e Rogério Rosa da Silva
Embrapa Amazônia Oriental – Milton Kanashiro e Joice Ferreira/Fabricio Ferreira
CIFOR-ICRAF Brasil (Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal e Centro Internacional de Pesquisa Florestal) – Andrew Miccols e Saulo Souza